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Celebrando Keith Haring

Trinta anos após sua morte, abre mais uma exposição do artista pop que inspirou coleção da Reserva +

Por 2min
20 de agosto de 2020

 

Entrou em cartaz nesta quinta (20) mais uma exposição individual de Keith Haring. Desta vez, no prestigiado Museu Folkwang, de Essen, na Alemanha. Nada anormal, embora o artista tenha morrido há 30 anos, e com apenas 31 de idade. O que só reforça sua importância singular na pop art.

Nascido em Reading, na Pensilvânia, desde muito jovem descobriu sua vocação. Começou a estudar Artes Visuais em Pittsburgh, mas logo mudou-se para a vizinha Nova York. Foi lá que encontrou sua galera: artistas de rua que realizavam um trabalho alternativo ao produzido em galerias e museus, pintando em muros, no metrô e em clubs. Seguindo os passos de Basquiat, Christo e Warhol, decidiu que seu tipo de arte seria “pública”.

Embora tratasse o metrô como seu “laboratório” – e, por que não?, ateliê –, aos poucos Keith Haring foi conseguindo reconhecimento e espaço também nos meios tradicionais da arte. Entre 1980 e 1989, participou de dezenas de exposições individuais e coletivas.

O trabalho, supercomercial, rendeu também colabes com marcas como Swatch e Absolut. E, em 1986, ele decidiu criar sua própria loja, em que vendia camisetas com suas estampas, bonés, buttons, toy art.

Recebeu muitas críticas do meio artístico, mas não abandonou a ideia de tornar sua arte mais acessível. E passou a colaborar mais e mais com projetos sociais, chegando a produzir um mural com 900 crianças no 100º aniversário da Estátua da Liberdade.

Em 1988, foi diagnosticado com Aids. No ano seguinte, criou a fundação que leva seu nome, com o objetivo de deixar seu trabalho pra sempre vinculado ao apoio às crianças e às entidades que tratam a doença. Morreu em fevereiro de 1990.

Ano passado, a Reserva lançou uma coleção com o trabalho do artista, feita com o aval da Keith Haring Foundation. Trata-se da primeira coleção do ícone com uma marca brasileira, totalmente inspirada no universo pop.

O mix traz peças com referências retrô, como a coach jacket de nylon e a jaqueta jeans estampada de mangas bufantes – ícone dos anos 80. A coleção tem uma cartela de cores vibrante, e conta ainda com camisetas, polos e moletons. Pra completar, foram desenvolvidos tênis e shorts casuais que acompanham 3 modelos de patches.

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