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Verdade isso, Arnaldo?

A regra é clara: mesmo no Dia da Mentira, o árbitro só fala o que aconteceu de fato

Por 2min
1 de abril de 2020

Para Arnaldo Cezar Coelho, a regra é clara: mesmo no Dia da Mentira, ele só fala a verdade.

Aproveitamos a ocasião para falar sobre a história do grande árbitro brasileiro, que apitou a Copa do Mundo da Espanha, em 1982, entre outros jogos importantes.

O início da carreira de Arnaldo foi bem menos glamouroso: ele era juiz das partidas de futebol de praia, no Rio de Janeiro. Criado em Copacabana, foi graças a esses jogos – que envolviam as “galeras” dos trechos das praias cariocas – que ele aprendeu a nadar.

– Eu nunca fui campeão brasileiro de natação. Mas eu aprendi a nadar muito cedo. Ao acabarem os jogos, a torcida descia do paredão pra me bater, e eu tinha que nadar bem. Eu mergulhava e ia nadando até a arrebentação. Ia escurecendo, o público ia embora e depois eu voltava. E assim aprendi a nadar – conta.  Não a ponto de se tornar um surfista, embora tenho pego muito jacaré (surfe de peito) na adolescência.

Mais ou menos nesse período, ele começou sua vida profissional como promotor de vendas de uma empresa de alimentação. Ao longo da jornada, uma de suas tarefas era colar cartazes dos produtos em padarias e restaurantes que atendia, fazendo propaganda da marca. Depois disso, aventurou-se no mercado financeiro:

– Eu era agente autônomo de investimentos e atendia os clientes por telefone, cumprindo as ordens de bolsa ou de renda fixa – lembra.

Nunca fez nada de errado, como investidor ou em qualquer outro ramo de atividade. Mas andou muito de camburão.

– Quando eu apitava no interior de São Paulo, todos os jogos que tinham problemas o camburão da polícia estacionava na porta do vestiário e eu tinha que sair por ali. Ele me levava até a estrada, onde pegava o carro da federação pra voltar pra capital – lembra.

Reconhecido como o melhor de sua geração, Arnaldo conta que, embora não fosse péssimo como jogador, jamais se interessou em outra atividade, em campo, além da de árbitro:

– Eu gostava de tomar conta, tinha iniciativa. Senti que tinha vocação pra ser árbitro de futebol – explica.

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