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Camisa polo? Reserva.

Conheça a origem da camisa polo e entenda como a Reserva faz para manter sempre o frescor desse clássico

Por 2min
11 de setembro de 2020 Atualizado em 17/09/2020 às 08:23

O nome diz muito, mas também engana: a camisa polo é inspirada na roupa que era utilizada por jogadores de polo, aquele esporte em que os jogadores montados a cavalo acertam a bola com um taco, em direção a um gol (não por acaso, a Ralph Lauren utiliza uma cena do jogo como logo). Porém, sua origem está mais associada a outro esporte, o tênis – e a outra marca, a Lacoste.

Em 1926, René Lacoste – também conhecido como Crocodilo pelos fãs – teve a sacada. Ele já era um campeão de Roland Garros, Wimbledon e US Open (viria a conquistar 10 títulos de Grand Slam), e sequer desconfiava que seu nome ficaria pra sempre associado à história da moda, mais até do que à do tênis.

O visual de René, claro, fez sucesso entre os demais tenistas, que adotaram o estilo. Depois dele, o mundo inteiro também aderiu, especialmente a partir dos anos 50 do século passado.

Em termos de formalidade, a camisa polo se situa exatamente entre a camisa social e a camiseta. Ou seja, tem uma versatilidade inegável: pode ser usada com calça, jeans, bermuda ou short; com sapato, tênis ou chinelo; pra dentro ou pra fora; totalmente abotoada ou não. No caso específico da camisa polo da Reserva, a estratégia é torná-la sempre nova:

– A polo é uma essência da Reserva. Cores, malhas, texturas e acabamentos são testados o tempo todo para sempre achar novidades, para manter sempre fresco esse clássico – explica o estilista Igor de Barros.

Tanto melhor se for de algodão Pima, o melhor algodão do mundo.

– O Pima, além do superconforto, maciez e de ser antialérgico, tem uma qualidade, pelo comprimento da fibra do algodão, que garante a durabilidade. Isso faz essa polo merecer muito destaque – completa Igor.

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