Masculinidades

Por mais repertório, leia

Ler homens e mulheres inspiradoras é uma das chaves para se construir masculinidades mais responsáveis e plurais

Por 2min
15 de setembro de 2020

No Dia do Homem, o Papo de Homem trouxe uma série de reflexões sobre masculinidades. Em sua ‘invasão’ no Instagram da Reserva, o grupo – responsável pelo filme “O Silêncio dos Homens“, entre outras ações de impacto – propôs uma série de desafios. Vamos reproduzir aqui todos eles, que têm como objetivo ajudar na construção de um futuro de mais equilíbrio para todos e todas.

Começamos com o desafio de cuidar da gestão e das tarefas domésticas por 7 dias; em seguida, a proposta foi parar de fazer e rir de piadas homofóbicas ou machistas por (pelo menos) 30 dias; depois, perguntamos: você faz terapia?; e trouxemos a reflexão sobre a necessidade de mais mulheres terem acesso ao poder; por fim, falamos sobre masculinidades, no plural.

O papo de hoje é sobre que livros marcaram sua construção como homem.

Mergulhar nas construções profundas, rituais e origens das masculinidades pode nos ajudar a compreender melhor quem somos e para onde desejamos seguir, como homens.

Masculinidades mais responsáveis, saudáveis e plurais se constroem coletivamente. Ampliar nosso repertório é chave nessa jornada. Por tudo isso, leia.

Algumas dicas de leitura que valem seu tempo:

“Sob a sombra de saturno”, de James Hollis;

“Na minha pele”, de Lázaro Ramos;

– “King, Warrior, Magician, Lover: Rediscovering the Archetypes of the Mature Masculine”, de Robert Moore;

“Diálogos Contemporâneos sobre Homens Negros e Masculinidades”, organizado por Henrique Restier;

“João de ferro”, de Robert Bly;

“Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro;

“The Will to Change: Men, Masculinity, and Love”, de Bell Hooks.

Desafio para a mudança:

Escolha um dos livros sugeridos nesse post, leia e convide um amigo para ler e debater, conjuntamente. Critiquem, reflitam e julguem por conta própria o que faz sentido na leitura. Depois escolham um novo livro e chamem um mais amigo pra roda. Logo pode surgir um grupo reflexivo de homens.

 

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