Ser

A mãe do Pedrinho

Carol Portella, à frente da Reserva Mini, tem pensado na maternidade e na relação com seu próprio filho

Por 2min
28 de abril de 2020

Quando alguém pede pra Carol Portella se apresentar, entre vários atributos, o que vem na frente é “mãe do Pedrinho”. Só depois ela fala que é diretora da Reserva Mini. É fácil entender por quê:

– Este ano assumi a Mini, um desafio pessoal e profissional muito grande. Pensar nas crianças tem me obrigado a pensar na maternidade e na relação que eu tenho com o Pedro – diz.

E, antes de cuidar do Pedro, de 8 anos, e da Mini, ela já vinha de um histórico significativo de quase 20 anos cuidando de pessoas, atuando na área de Recursos Humanos – da própria Reserva, foram cinco anos. Neste período, criou o departamento de Fontes Humanas, e encantou-se pela necessidade de “virar tudo de cabeça para baixo pra fazer acontecer”.

– Tem sido uma jornada linda, tenho aprendido de todos os lados. E como acredito que nada é por acaso, agora estou entregue a esse meu novo desafio, nessa jornada de cada vez mais entender e participar da maternidade, não só a minha, mas a de outras mulheres também – afirma. – Meu propósito hoje é apoiar pais e mães nessa jornada difícil, porém maravilhosa, de acompanhar a infância. E facilitar a formação de uma geração mais consciente.

Acredito que, apesar do sofrimento e das dificuldades de agora, vamos entregar um mundo melhor para essas crianças

De sua quarentena, Carol tem acompanhado uma evolução dela própria neste período. As dificuldades iniciais de conciliar o trabalho (que não é pouco) com as tarefas domésticas e maternas, como acompanhar o home schooling do filho, agora viraram um prazer.

– Saímos de um momento traumático, de “meu Deus, como é que eu vou dar conta disso?”, para um momento muito bom. A gente ri junto, fazendo o dever, a gente se diverte, acho que tem sido uma belíssima forma de a gente se conhecer cada vez mais. O prazer de almoçar junto, jantar junto, estar perto. É um presente, e a maioria das pessoas demorou pra perceber isso, ou ainda nem se tocou – avalia.

Curiosamente, mesmo estando mais conectada ao filho e à casa, Carol também sente que a conexão com a equipe do trabalho, cada um em seu próprio home office, também ganhou maturidade.

Por falar em trabalho, a Mini tem feito uma série de ações muito voltadas para a valorização da maternidade. Neste Dia das Mães, além das camisetas “Tal mãe, tal filho” da Mini (será realmente um Dia das Mães único na história), a marca tem apoiado o projeto #CompreDasMães, lançado pela Maternativa, comunidade e startup responsável por impulsionar e viabilizar milhares de negócios de mães no Brasil.

– Meu novo ciclo tem um significado muito grande para mim, que é realmente voltar os olhos pra essa turminha que vai cuidar desse mundo, que vai ser tão diferente a partir de agora. Acredito eu que, definitivamente, apesar do sofrimento e das dificuldades de agora, vamos entregar um mundo melhor para essas crianças – diz a mãe do Pedrinho.