Ser

Contra a dificuldade, otimismo

Vivi encarou uma depressão pós-Covid, mas sua postura otimista em relação à vida a fez superar o momento difícil

Por 2min
8 de dezembro de 2020

Viviann Borges é dona desse sorrisão aí da foto, herdado por seu caçula Theo (acredite, ela tem outro de 18 anos!). Em outubro, porém, quando soube que estava com Covid, parecia o fim.

– Tive muito medo de morrer – conta. – Entrei num processo depressivo e tive que iniciar um tratamento com remédio controlado e terapia – diz.

Neste Natal, além de celebrar a vida, a Reserva traz uma mensagem positiva, de esperança, através de 16 personagens que superaram o coronavírus. Gente como Vivi e Théo.

Vivi não chegou a ser internada, mas a falta de ar a levou três vezes ao hospital, em busca de ajuda. Para Theo, assintomático, a situação foi menos complexa, embora um menino de 6 anos já perceba claramente que “foi bem complicado esse Covid”, especialmente por ter que ficar em casa muito tempo e, ao sair, usar máscara.

Vivi, otimista mesmo na dificuldade, sabe que a maneira de encarar as coisas fez toda diferença num momento de adversidade.

– O otimismo me ajudou bastante nos momentos de desespero e angústia – avalia.

Ela agradece aos amigos (muitos deles, da Reserva, onde trabalha no setor de Auditoria) por todo o apoio recebido – outra diferença fundamental para encarar o momento:

– Minha gratidão eterna também aos meus filhos, que são meus alicerces, e ao Universo, por me manter de pé e com saúde pra continuar nessa batalha diária de sobrevivência.

Na lista de desejos para 2021, Vivi coloca no topo boas praias com os filhos.

– É algo que me deixa radiante.